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Who we are
Em 2008, nasceu a "Ordem do Mérito das Índias Orientais" — uma associação cultural sem fins lucrativos criada para unir sustentabilidade, educação, cidadania e arte. Desde o início, nosso propósito foi claro: conectar pessoas por meio da cultura e criar projetos que deixassem uma marca real nas comunidades.
As nossas origens
A Ordem do Mérito das Índias Orientais nasceu em 2008, no Museu Municipal de Penafiel, pelas mãos de personalidades de reconhecida relevância cultural e social. Entre os fundadores e membros do conselho consultivo estiveram nomes como o Professor DeRose — escritor e Grão-Mestre da Ordem —, Alberto Santos (escritor e atual Secretário de Estado da Cultura), Manuel Pizarro (ex-Ministro da Saúde), António Mateus (repórter da RTP e escritor), Zulmiro de Carvalho (escultor e cofundador da Fundação Júlio Resende – Lugar do Desenho), Dr. Vítor Dias (Diretor do Instituto Português da Juventude/Norte), Dra. Susana Oliveira (Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Penafiel) e Duques Rodrigues (advogado e membro fundador da Ordem).
Desde o início, a Ordem assumiu um propósito claro: reconhecer e homenagear aqueles que contribuem de forma excecional para a cultura, para as artes, para a cidadania e para a sociedade em geral, através da atribuição de medalhas e condecorações.

Primeiros passos: cultura que inspira
Logo nos primeiros anos, a Ordem ousou ir além das distinções honoríficas. Criou eventos culturais que quebravam paradigmas, promovendo cidadania e consciência em ambientes saudáveis e transformadores. Foi o caso do Dia Internacional Mandela, na Casa da Música, e do DeRose Party, também realizado ali — o primeiro evento em Portugal totalmente livre de álcool, fumo e drogas. Demonstrou-se que música, arte e celebração podem conviver com alegria, responsabilidade e consciência social.
Desde então, todos os eventos da Ordem têm um denominador comum: a sustentabilidade. As nossas experiências são 100% plant-based, reduzindo o impacto ambiental e educando os públicos para estilos de vida mais responsáveis e conscientes.
Expansão e parcerias
Com o tempo, a Ordem consolidou a sua presença e ampliou horizontes. Estabeleceu colaborações com câmaras municipais, a Casa do Infante, o Teatro Rivoli, a Alfândega do Porto, a Livraria Lello & Irmão, Pousadas de Portugal e a Fundação Hilti. Entre 2008 e 2015, assumiu a curadoria de eventos culturais no Lionesa Business Hub, um dos maiores centros empresariais do país, aproximando cultura, inovação e comunidade.
O DeRose Festival Portugal, organizado pelo presidente e fundador há mais de três décadas, foi incorporado na Ordem, reforçando a sua projeção internacional e conectando-a a uma rede global de professores e escolas do DeRose Method, hoje com mais de 100 escolas em várias cidades do mundo.


Internacionalização e inovação
A vocação internacional da Ordem consolidou-se com os programas Erasmus+, integrando projetos de vanguarda como o Virtual Reality for Youth Skills. Este consórcio reuniu instituições como a Fundação Ibercaja e o Museu Goya (Espanha), a IMASCONO – Tecnologia (Espanha), o Museo interattivo di Pellizza da Volpedo (Itália) e o Lubovna Castle – Stará Ľubovňa (Eslováquia). O objetivo foi unir tecnologia, arte e pedagogia para formar as soft skills do futuro em jovens europeus.
Seguiu-se a criação do DeRose Concept Films, que deu vida a ciclos de cinema educativo e interventivo, bem como a produções de alcance internacional. Entre elas, destaca-se o documentário “Dois Amigos, Um Caminho”, filmado em seis cidades no mundo, que projeta a visão da Ordem de que arte e cultura são motores de transformação social.
Futuro em movimento
Hoje, a Ordem é uma instituição dinâmica e plural, que integra festival, escola de soft skills, cinema, programas educativos e experiências culturais. Todos os projetos refletem um compromisso com o futuro sustentável, inclusivo e inovador, criando um verdadeiro ecossistema cultural e humano, alegre e transformador.
Está a preparar projetos que levarão além-fronteiras a identidade da Ordem, cruzando cultura, alegria, sustentabilidade e bem-estar em experiências imersivas que unem tradição e inovação.
A cada etapa, a Ordem procura melhorar e aumentar o seu impacto pois sabemos que cada ser humano pode — e deve — ser um agente inspirador e interventivo na sociedade, continuamos a construir pontes entre pessoas, cidades e países.
O futuro é humanista e sustentável — e é isto que nos move.

